Depois do sucesso que fez com o seu papel como Jesus, na minissérie The Bible, o ator português faz agora parte do elenco confirmado para o novo filme da saga Star Wars, realizado pelo norte-americano J.J. Abrams. Para além de Diogo Morgado, também Harrison Ford já está confirmado. Tudo indica que o português interpretará Jacen Solo, o filho mais velho de Han Solo (Harrison Ford).
O primeiro papel do jovem ator numa produção cinematográfica foi o de Miguel, no icónico Amo-te, Teresa, onde figurou ao lado de Ana Padrão e Maria João Abreu. Treze anos depois, integra o elenco do filme mais esperado da década.
O DocLisboa disponibilizará um conjunto de sete filmes premiados nas edições de 2010 e 2011 para visionamento gratuito.
Este ano o DocLisboa (Festival Internacional de Cinema) tornou-se membro do projecto Doc Alliance, uma organização de festivais de cinema documental europeu que visa a divulgação deste género. O filme Cativeiro, de André Gil Mata, vencedor na última edição do prémio CPLP - Prémio para a melhor longa-metragem dos Países de Língua Portuguesa, foi escolhido para representar o festival na competição ao prémio Doc Alliance, a atribuir por um júri internacional que terá Francisco Ferreira, crítico de cinema do jornal Expresso, como membro português. Em jeito de celebração desta aliança, o DocLisboa disponibilizará um conjunto de sete filmes premiados nas edições de 2010 e 2011 para visionamento gratuito, no portal da Doc Alliance. O streaming terá lugar num evento online, entre 25 e 31 de Março, na página da DAFilms.
Os filmes que integrarão o evento online são:
- “Li Ké Terra” de Filipa Reis, João Miller Guerra e Nuno Baptista. Portugal, 2010. Grande Prémio CGD para Melhor Longa-Metragem da Competição Portuguesa – Doclisboa 2010.
- “Snack-Bar Aquáro” de Sérgio da Costa. Suíça/Portugal, 2010. Prémio CGD para Melhor Primeira Obra da Competição Portuguesa – Doclisboa 2010.
- “Como as Serras Crescem” de Maria João Soares. Portugal, 2010. Prémio CPLP para Melhor Curta-Metragem da Competição Portuguesa.
- “É na Terra, Não é na Lua” de Gonçalo Tocha. Portugal, 2011. Grande Prémio Cidade de Lisboa para Melhor Longa ou Média-Metragem da Competição Internacional.
- “Yama No Anata” de Aya Koretzky. Portugal, 2011. Prémio Doclisboa Para Melhor Longa ou Média-Metragem da Competição Portuguesa
- “Praxis” de Bruno Cabral. Portugal, 2011. Prémio Doclisboa e ISCTE-IUL para Melhor Curta-Metragem da Competição Portuguesa
- “A Nossa Forma de Vida” de Pedro Filipe Marques. Portugal, 2011. Prémio Caixa Geral de Depósitos Para Melhor Primeira Obra da Competição Portuguesa
Com argumento original de Carlos Saboga, o filme conta com um elenco português de luxo e a participação especial de grandes figuras do cinema internacional, como Michel Piccoli, Catherine Deneuve, John Malkovich e Isabel Huppert. As Linhas de Torres estreia dia 31 de Março (Domingo), na RTP.
Foi anunciado o programa oficial do Festival Internacional de Cinema do Uruguai. Entre a selecção constam os filmes Tabu, deMiguel GomeseSangue do Meu Sangue, deJoão Canijo.
Para além destes, tambémA Última Vez Que Vi Macau, dos realizadoresJoão Pedro RodrigueseJoão Rui Guerra da Mata, bem como o documentárioJesus Por Um Dia, deVerónica CastroeHelena Inverno estarão presentes.
Portugal está ainda presente em várias co-produções internacionais, como Cosmopolis, que conta com a produção do português Paulo Branco.
O Festival irá decorrer de 23 de Março a 6 de Abril.
A comédia Vigarista à Vista, de Seth Gordon, foi o filme mais visto nos cinemas portugueses na semana de 14 a 20 de Março, destronando Oz: O Grande e Poderoso, de Sam Raimi. O filme de Gordon foi visto por 30.384 espectadores, enquanto Oz: O Grande e Poderoso teve 22.997 visitas naquele período.
O evento traz longas metragens cinematográficas produzidas em Itália, distribuídas pela secção de competição e fora de competição, estando agendada a presença de jogadores do Benfica numa das sessões do festival.
A sexta edição de "8 1/2 Festa do Cinema Italiano" decorre entre os próximos dias 20 e 28 deste mês, em Lisboa, tendo na programação uma selecção de produções cinematográficas da última temporada.
Para a sessão de abertura foi escolhido "Romanzo di una strage", de Marco Tullio Giordana, o realizador de "A Melhor Juventude", que vem a Lisboa apresentar o seu mais recente trabalho, num encontro agendado para dia 21, às 21h30, na sala Manoel de Oliveira, no Cinema São Jorge.
No dia seguinte, sexta-feira, tem início o ciclo "Mani in Alto!", pelas 21 horas, no Teatro do Bairro, uma retrospectiva do cinema italiano dos anos 70, "que revisita estulos cinematográficos como o 'poliziottesco' e o 'spaghetti western'", destaca a organização do evento. Durante este ciclo serão apresentados filmes como "Milano Calibro 9", "Keoma" e "Milano Odia: la polizia non puó sparare".
No domingo será exibido "Il Gattopardo", de Luchino Visconti, em cópia restaurada, inserido na secção Amarcord (às 17h30), e, duas horas antes é apresentado o documentário "Benfica - Torina 4 a 3", que "retrata o trágico acidente de avião que, em 1949, custou a vida à equipa do Grande Torino, que esteve em Portugal para participar num jogo amigável", sessão que, adianta a organização, contará com a presença de jogadores do Benfica.
A festa do cinema italiano "viaja" em Abril para outras três cidades portuguesas - Coimbra, Porto, Funchal e Loulé - e em Junho para Luanda.
Programa aqui:http://www.festadocinemaitaliano.com/Programa/1
Raptada aos 10 anos, Natascha Kampusch esteve oito anos em cativeiro numa cave perto de Viena. A austríaca escreveu um livro a contar a sua história, livro esse que deu origem a um filme, 3096 Days, que estreou no passado dia 28 de Fevereiro, na Áustria, Alemanha, e Suíça. A data de estreia em Portugal ainda está por definir. Com realização de Sherry Hormann, autora do filme Flor do Deserto, Natascha Kampusch é interpretada por Amelia Pidgeon, em criança, e por Antonia Campbell-Hughes (adolescente). Wolfgang Priklopil é interpretado por Thure Lindhardt.
O filme português de João Canijo recebeu mais um prémio, desta vez de Melhor Filme no Festival Cinemamundi, na República Checa.
A longa-metragem portuguesa foi a eleita entre 40 obras, por um júri formado por estudantes da universidade da cidade, competindo com o vencedor do Oscar para Melhor Filme Estrangeiro:Amour.
Portugal vai acolher a rodagem de uma produção cinematográfica internacional, Uma Vontade Indomável. O filme conta a história verídica de Edle e Andor Hubay Cebrian, um casal que se exilou no Estoril após a II Guerra Mundial.
A equipa norte-americana de produtores e argumentistas já está em Lisboa, para avançar com o projeto que tem um orçamento de cerca de 13 milhões de euros, e co-produção entre Portugal, Estados Unidos e Hungria, explicou esta quinta-feira, à Lusa, László Hubay Cebrian, promotor do filme.
Antigo presidente da Walt Disney Company Iberia, László Hubay Cebrian decidiu avançar com o projeto de adaptação cinematográfica da história da família, de origem norueguesa e húngara, a partir do livro De Budapeste ao Estoril - Uma Vontade Indomável, escrito pela sua mãe.
O argumento, descrito como uma história de amor, está ainda em fase de escrita e será assinado pelos argumentistas norte-americanos Allan Loeb (que escreveu Wall Street: O Dinheiro nunca Dorme) e Greg Pritikin (autor de Um Herói Apaixonado).
A produção ficará por conta de Darin Dusan e Mitchell Peck, que também estão em Lisboa para fazer contactos com autoridades locais, nomeadamente a recém-criada Lisbon Film Comission, de modo a fazer avançar o projeto.
O produtor Mitchell Peck explicou que uma história como esta, passada na Europa antes e depois da segunda guerra mundial, não pode ser rodada num estúdio em Hollywood. "Tem de ser feita em Lisboa, Budapeste e Noruega", onde os factos aconteceram, sublinhou.
O actor português interpreta Jesus Cristo na série do Canal História The Bible. É já um dos programas mais vistos, em 2013, na televisão por cabo norte-americana.
A estreia de The Bible , protagonizada pelo actor português Diogo Morgado, atingiu, no domingo, um recorde nas audiências no Canal História nos EUA, tendo sido vista por 13,1 milhões de pessoas, revelou o Huffington Post , citando a agência Associated Press.
Se incluirmos a repetição do episódio nesse mesmo dia, o número de espectadores sobe para 14,8 milhões. A audiência do primeiro episódio da série ultrapassou o número de espectadores – 11.3 milhões, segundo a mesma fonte – da série The Walking Dead, outro dos favoritos da televisão por cabo norte-americana.
A série The Bible, produzida por Mark Burnett, produtor executivo deSurvivor, e a sua mulher, a actriz Roma Downey, para o Canal História, destacou-se, até ao momento, como um dos programas mais vistos, em 2013, na televisão por cabo norte-americana.
Encenando vários acontecimentos encontrados no Antigo e Novo Testamento, “desde o Genesis à Revelação” - nas palavras de Burnett ao jornal Christian Post -, The Bible é uma mini-série, com um total de 10 horas, que está a ser exibida durante o mês de Março, tendo agendada o seu último episódio para o dia 31, Domingo de Páscoa.
“O sucesso de The Bible catapultou o Canal História para uma das marcas mais poderosas no panorama dos meios de comunicação social e não podíamos estar mais entusiasmados”, disse Nancy Dubuc, presidente da cadeia A&E, à qual pertence o Canal História, citada pela imprensa norte-americana. “A paixão por este projecto ressoou entre os nossos telespectadores e por toda a nação”, acrescentou.
Por sua vez, Mark Burnett disse ao Christian Science Monitor que este projecto procura colmatar a “iliteracia bíblica” que existe entre os mais jovens. “Na escola temos de conhecer Shakespeare mas não a Bíblia. Tem de haver uma forma de olhar para isto de um ponto de vista puramente literário”.
A cadeia televisiva defende que o programa é para todos. “Eu não vejo esta série como uma produção cristã”, declarou Nancy Dubuc ao The New York Times, “Somos uma marca global e procuramos chegar a todos as crenças e formas de vida”. Entre os 47 conselheiros teológicos da série havia um rabi.
Diogo Morgado explicou ao Christian Post como foi encarnar uma das figuras mais míticas da História. “Fiquei assustado quando soube que ia representar Jesus”, admitiu. “Fui ao lugar onde, supostamente, tudo aconteceu e envolvi-me com essa energia”.
Numa entrevista ao Examiner, Morgado, que tem 33 anos, revelou que para se preparar para este papel não lhe bastou ler a Bíblia. “Comecei a ler a Bíblia e a ver tudo o que podia sobre o assunto. Depois parei porque percebi que não existia uma escola de representação que me pudesse ajudar nesta tarefa de representar Jesus Cristo. Tem mais a ver com a nossa energia e com o nosso espírito do que propriamente com algo que se possa racionalizar. Para mim foi uma viagem, foi único”. Quando o Christian Post lhe perguntou se o papel de Jesus Cristo foi até agora o mais desafiante da sua carreira, Morgado devolveu a pergunta: “Isso é mesmo uma pergunta?! Claro! Não há nada mais difícil do que isto, Jesus é a figura mais completa e complexa da humanidade.”
Diogo Morgado, que contou ao Christian Post ter tido uma educação católica, espera que a série possa servir um propósito educativo. “Acredito que as pessoas que não são muito espirituais (…) depois de verem isto passarão a ligar mais ao seu lado espiritual”.
Não se sabe ainda se o facto de Morgado ter sido escolhido para o papel principal está, de algum modo, relacionado com o facto de o norte-americano James Foley, realizador de filmes como À Queima-Roupa e O Sucesso a Qualquer Preço, ter dito ao Hollywood Reporter, em 2009, que o actor português era uma “estrela em ascensão”, depois de o ter seleccionado para integrar o elenco do filme Mary, Mother of Christ que vai estrear em 2014. Diogo Morgado interpretou o papel de José na longa-metragem de Foley, ao lado de Al Pacino (Herodes) e Peter O' Toole (Simião), uma produção independente que conta a história de José e Maria até ao nascimento de Jesus.
Diogo Morgado, que os espectadores portugueses conhecem de filmes como O Crime do Padre Amaro, fez um curso de realização nos Estados Unidos, em Los Angeles, e foi nessa altura que conheceu o seu agente norte-americano, que lhe garantiu a audição para esse papel.
O recorde de audiências não reflecte, ainda assim, a opinião dos críticos, até ao momento.
A crítica televisiva Allison Keene, do The Hollywood Reporter, considera que a série não faz jus ao “livro mais conhecido e popular na história da humanidade”. “A Bíblia nunca parece descobrir uma forma de se apresentar. Por vezes mantém-se fiel às escrituras, mas depois faz coisas como colocar anjos com habilidades de ninjas”, justifica.
Neil Genzlinger, do New York Times, mostrou-se desiludido com a abordagem que Mark Burnett faz dos acontecimentos bíblicos, comentando com ironia o uso dos efeitos especiais. “Aqueles que estão à espera que os antigos milagres sejam melhor servidos pelos efeitos especiais disponíveis em 2013 do que foram no passado, devem preparar-se para uma desilusão. A Travessia do Mar Vermelho não é mais convincente aqui do que era para Charlton Heston [no filme Os Dez Mandamentos], em 1956”.
O Douro e o Alentejo vão ser palco de produções cinematográficas de Bollywood, a poderosa indústria do cinema indiano, ainda este ano. A informação foi avançada pelo secretário de Estado da Cultura à agência Lusa. "Nós já temos, este ano, trabalho de produtores cinematográficos indianos em Portugal com filmes que vão ser desenvolvidos na região do Douro e no Alentejo", disse este domingo à Lusa Jorge Barreto Xavier, que acompanha o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, na visita oficial àquele país. "Queremos criar plataformas de trabalho para que hoje em dia a produção cinematográfica indiana, a maior do mundo, também nos possa beneficiar", afirmou o responsável, apontando o exemplo de Espanha, onde o cinema indiano já tem presença assídua. O secretário de Estado defendeu que a produção de cinema em Portugal só pode funcionar "se tivermos, para lá do cinema produzido em Portugal, cinema de outros países produzido em no nosso país". Jorge Barreto Xavier disse que, além da rodagem dos filmes indianos, há outras componentes da realização que podem ser feitas em Portugal. "Desde o argumento à montagem, é possível termos produção em Portugal", afirmou. "Bollywood", nome informal dado à indústria cinematográfica indiana (com origem em Bombaim, hoje Mumbai) é considerada a maior do mundo e trabalha em vários géneros e idiomas tendo dado origem, inclusivamente ao "hinglish" - uma mistura entre o inglês e o hindi, falado na Índia. O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros iniciou no fim de semana uma visita à Índia que se prolonga até quinta-feira com deslocações a Nova Deli, Mumbai e Goa. O ministro é acompanhado pelo secretário de Estado da Cultura, pelo presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Pedro Reis, e por 35 empresários de vários setores.
Depois de ser premiada com uma menção honrosa na competição internacional do Porto7 e de competir em importantes festivais de cinema na Grécia e Argentina, Lágrimas de um Palhaço, do jovem cineasta Cláudio Sá, parte à conquista da Grécia e Turquia.
Esta curta-metragem foi seleccionada para a competição do 8th Athens AnimFest que decorrerá de 7 a 13 de Março, em Atenas, fazendo posteriormente parte da programação da 9ª edição do AKBANK Film Festival em Istambul, Turquia, de 18 a 28 de Março.
Lágrimas de um Palhaço, estreado há um ano na Índia já passou por França, Itália, Alemanha, Grécia, Argentina, Polónia, Brasil, Chile, Eslovénia, Uruguai, Turquia, Rússia e Portugal
O cinema português vai ser protagonista de um ciclo organizado pela Cinemateca da Suíça que, a partir do próximo dia 21, vai dedicar-se à obra cinematográfica nacional e às suas ligações com aquele país. Entre os filmes que serão exibidos estão trabalhos de Paulo Rocha, João Salaviza, João Botelho ou Miguel Gomes.
Através do seu site oficial, a Cinemateca da Suíça explica que este ciclo vai ser uma retrospetiva sobre "um cinema de autor e de resistência", com ligações privilegiadas com a Suíça.
"A Última Vez Que Vi Macau", de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, vai fazer as honras da abertura do ciclo, onde haverá também espaço para as curtas-metragens "A Côté", "Nuvem" e "Os vivos também choram", de Basil da Cunha, realizador suíço de ascendência portuguesa.
Até 28 de Fevereiro, a retrospetiva vai ainda exibir, por exemplo, "Um adeus português", de João Botelho, "Berlarmino", de Fernando Lopes, "Ossos", de Pedro Costa, "Rafa", de João Salaviza, "Aquele querido mês de Agosto", de Miguel Gomes, "Raiz do Coração", de Paulo Rocha - recentemente falecido - e também "Transe", de Teresa Villaverde.
Chicca Bergonzi, diretora da Cinemateca, fez questão de frisar, a propósito do evento, a relação do cinema português e de alguns dos seus protagonistas com o cinema suíço, nomeadamente através de festivais como o célebre Festival de Cinema de Locarno, que tem sido palco da estreia de várias películas portuguesas.
Bergonzi classificou ainda o cinema português como "um cinema que resiste, apesar das adversidades, e que continua a surpreender".
As salas da Castello Lopes no Madeira Shopping deixaram de projetar cinema logo a partir do início do ano. Segue-se o encerramento do complexo de Ponta Delgada, nos Açores. No total serão onze os ecrãs que deixam de funcionar - quarto nos Açores e sete na Madeira. O multiplex do Madeira Shopping, situado na freguesia de Santo António, a 15 minutos do Funchal, tinha sido inaugurado em 2001. A partir de 2007, a ilha passou a contar também com as seis salas do Forum Madeira, no centro da cidade, uma concorrência que terá sido determinante para este desfecho. As quatro salas dos Açores, no centro comercial Parque Atlântico, em Ponta Delgada, inauguradas em 2003, eram o único cinema comercial em funcionamento no arquipélago. Passa assim para três o número de multiplexes encerrados pela Cinemas Castello Lopes nos últimos doze meses após o encerramento dos ecrãs do BragançaShopping, em janeiro de 2012. http://filmspot.pt/artigo/adeus-ao-cinema-na-madeira-e-nos-acores-1765/