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18/03/2013

Festa do cinema italiano começa quarta-feira em Lisboa

Festacinemaitaliano

  O evento traz longas metragens cinematográficas produzidas em Itália, distribuídas pela secção de competição e fora de competição, estando agendada a presença de jogadores do Benfica numa das sessões do festival.

  A sexta edição de "8 1/2 Festa do Cinema Italiano" decorre entre os próximos dias 20 e 28 deste mês, em Lisboa, tendo na programação uma selecção de produções cinematográficas da última temporada.
  Para a sessão de abertura foi escolhido "Romanzo di una strage", de Marco Tullio Giordana, o realizador de "A Melhor Juventude", que vem a Lisboa apresentar o seu mais recente trabalho, num encontro agendado para dia 21, às 21h30, na sala Manoel de Oliveira, no Cinema São Jorge.
  No dia seguinte, sexta-feira, tem início o ciclo "Mani in Alto!", pelas 21 horas, no Teatro do Bairro, uma retrospectiva do cinema italiano dos anos 70, "que revisita estulos cinematográficos como o 'poliziottesco' e o 'spaghetti western'", destaca a organização do evento. Durante este ciclo serão apresentados filmes como "Milano Calibro 9", "Keoma" e "Milano Odia: la polizia non puó sparare".
  No domingo será exibido "Il Gattopardo", de Luchino Visconti, em cópia restaurada, inserido na secção Amarcord (às 17h30), e, duas horas antes é apresentado o documentário "Benfica - Torina 4 a 3", que "retrata o trágico acidente de avião que, em 1949, custou a vida à equipa do Grande Torino, que esteve em Portugal para participar num jogo amigável", sessão que, adianta a organização, contará com a presença de jogadores do Benfica.
  A festa do cinema italiano "viaja" em Abril para outras três cidades portuguesas - Coimbra, Porto, Funchal e Loulé - e em Junho para Luanda.
Programa aqui: http://www.festadocinemaitaliano.com/Programa/1

em http://www.fundspeople.pt

10/03/2013

Fantasporto teve mais de 40 mil espectadores

  A 33ª edição do Festival Internacional de Cinema do Porto superou as expectativas de adesão de público do fundador e director Mário Dorminsky, que à Lusa disse que terão passado “entre 40 e 42 mil pessoas” pelo Teatro Rivoli.

  Antes da sessão de encerramento e de entrega de prémios do Fantas, no sábado à noite, Dorminsky admitia que, “tendo em conta a crise que se vive”, chegar aos números do ano passado foi algo “fantástico, um êxito”. Mas, no discurso do final da entrega de prémios, o director do festival voltou a criticar “as assimetrias entre norte e sul” do país, admitindo recorrer cada vez mais a apoios estrangeiros, na medida em que, “lá fora, o Porto é em Portugal, não é paisagem, como é considerado por esse ainda micro país chamado Lisboa”. Uma intervenção que foi recebida com uma chuva de aplausos.

  "Podíamos já ter saído do Porto por diversas vezes, mas o Norte necessita de nós”, acrescentou Mário Dorminsky, descrevendo “um Norte que diariamente vê fugir para Lisboa, e agora sobretudo para o estrangeiro, os seus jovens mais qualificados”.

  À agência Lusa, o fundador do Fantasporto explicou que os cortes no sector da Cultura levados a cabo em 2012 afectaram a 33ª. edição do festival na medida em que, desta vez, “deu muito mais trabalho”, o que considerou um reflexo do “centralismo de Lisboa”.

  “Aquilo que era dinheiro foi transformado em serviços”, acrescentou, sublinhando que do orçamento global, “que é à volta de dois milhões e meio de euros”, mais de “um milhão e 700 mil euros são serviços”, o que representou “uma quebra bruta em capacidade financeira de mais de 70 por cento”.

  O grande vencedor do 33º Fantasporto foi o filme Mamã, de Andrés Muschietti, que, à Lusa, disse ter sido “o fechar de um ciclo”, visto que, “desde miúdo”, ouvia falar no festival portuense, em que já tinha ganho um prémio com uma curta-metragem com o mesmo título do trabalho que este sábado arrecadou os galardões de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Atriz (a americana Jessica Chastain).

  Pietá, do sul-coreano Kim-Ki-Duk, venceu o Prémio Manoel de Oliveira (melhor filme) da Semana dos Realizadores - o realizador de Aniki-Bóbó, que na quarta-feira já tinha sido homenageado pelo Fantasporto, fez questão de voltar ao Rivoli para assistir à sessão de encerramento.

  O prémio de melhor filme na secção Orient Express foi também para a Coreia do Sul: The Grand Heist, de Kim-Joo-Ho.

  Na lista dos prémios não oficiais, o Fantas homenageou também este ano o realizador António Macedo (Prémio Carreira), os franceses Jean-Loup Passek, patrono do Museu de Cinema de Melgaço, e cuja colecção permitiu a realização da exposição de fotografias dedicada às divas do cinema francês; e Bernard Despomadères, responsável pela programação cultural do Consulado de França no Porto. Recebeu também um Prémio Fantasporto o escultor Paulo Neves, que apresentou uma exposição de obras suas nos átrios do Teatro Rivoli.



Uma notícia de http://www.publico.pt/

08/03/2013

Festival de Cinema de Animação de Lisboa já começou

Monstra
  Teve início esta quinta-feira, 7 de março, a 12.ª edição da Monstra – Festival de Cinema de Animação de Lisboa onde vão ser exibidos mais de 250 filmes com destaque para o cinema brasileiro e espanhol.
  O Brasil é o primeiro destaque na Monstra 2013 que vai exibir mais de 100 filmes produzidos naquele país, até ao dia 10 de março. A partir de 11 de março o festival vai debruçar-se sobre o cinema de animação espanhol, com programas do País Basco, Comunidade Autónoma de Madriz, Galiza, Valência e Catalunha.
  O festival termina a 17 de março. 

16/01/2013

Câmara de Lisboa cria Casa do Cinema


Novo espaço a inaugurar na quinta-feira servirá de sede à Associação Portuguesa de Realizadores e aos festivais DocLisboa e IndieLisboa, entre outros


Nove associações e promotoras de festivais de cinema vão repartir a sua sede, num mesmo edifício em Lisboa, ao qual a autarquia chamou Casa do Cinema, que inaugurará oficialmente na quinta-feira, escreve a agência Lusa.

A Casa do Cinema, localizada num edifício da Rua da Rosa, no Bairro Alto, irá albergar a sede da Academia Portuguesa de Cinema, da Associação Portuguesa de Realizadores e das promotoras dos festivais DocLisboa, IndieLisboa, Temps d'Images, FESTin, Queer Lisboa, Monstra - Festival de Animação de Lisboa e MOTELx.

A ideia de juntar estas estruturas debaixo do mesmo teto, com espaços próprios e «zonas de utilização coletiva», partiu da Câmara Municipal de Lisboa, «tendo em vista o reforço e o desenvolvimento do sector do cinema na cidade», afirma a autarquia em comunicado.

A realizadora Susana Sousa Dias, da direção da Apordoc, responsável pelo festival DocLisboa, explicou à agência Lusa que a proposta da autarquia chegou em boa hora, porque a associação estava já numa «situação crítica».

«Já não estávamos a conseguiu sustentar a nossa sede, não temos tido apoios e encontrámos uma solução», explicou.

O DocLisboa é uma das iniciativas mais mediáticas, mas a Apordoc é ainda responsável pelo Panorama, dedicado apenas ao documentário português, pelo Doc's Kingdom, encontros sobre o documentário - que este ano deverá acontecer nos Açores -, e um projeto educativo nas escolas.

Susana Sousa Dias espera que, desta partilha de instalações com as oito estruturas de cinema, «possa nascer alguma coisa, que dela se possa tirar partido» para futuras sinergias.

Para a Associação Portuguesa de Realizadores esta será a primeira sede oficial em 11 anos de existência.

«Vamos ter um espaço onde nos podemos reunir e trabalhar. Mas isto não é uma obra de caridade, haverá despesas de aluguer», sublinhou a realizadora Margarida Gil, presidente daquela associação.

A Casa do Cinema será inaugurada pelo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.



http://www.tvi24.iol.pt